Nata começou a atuar no underground aos 15 anos, quando começou a organizar shows com bandas locais em sua cidade, São José dos Campos. Na mesma época teve uma banda de punk, na qual tocava baixo, que se chamava Os Destruidores de Clássicos.
Ao conhecer Marcelo Kruszynski, que se tornou seu melhor amigo e parceiro de empreitadas, em 2005 fundaram a Soco na Fuça Produções, com a qual organizaram 100 edições do festival, durante esses 20 anos.
Em 2011, Marcelo resolveu montar uma banda para passar um tempo com amigos e voltar a treinar bateria, e convidou Nata para fazer parte. Como naquele momento ela não tocava nenhum instrumento, ele sugeriu que fosse vocalista, que era “só dar uns berros”. Assim se iniciou sua trajetória como vocalista. Apesar da década e meia de existência da banda, foi apenas em 2018 que ela teve condições financeiras para fazer aulas de canto, para aprimorar sua técnica vocal. Nata estudou por quase 5 anos, com a instrutora especializada em vocal com distorção, Luane Caravante.
Paralelamente a banda, em 2018, junto de um coletivo de amigos, formou o Canal Scena, no qual atua como câmera, editora, pesquisadora, social media e eventualmente apresentadora. No mesmo, possui um programa de entrevistas com Sirlene Farias (com quem já trabalhou mapeando bandas com mulheres brasileiras no coletivo União das Mulheres do Underground), que se chama Blasfêmea.
Paralelamente ao Manger Cadavre?, canal Scena e Soco na Fuça Produções, organiza uma festa anos 80 e 90, na qual é DJ, a Porkys.
Nata Nachthexen: “Circulando em espaços de punk, hardcore e metal, o lema que tem para a vida é o mesmo desde a adolescência: faça o que puder, dentro das suas limitações, mas faça sempre. No final das contas a gente só tem uma vida e ela passa muito rápido.”
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