A ÚLTIMA LUZ DO AZUL
O Terceiro Capítulo de Vernal Quietude
No dia 21 de setembro, a Fohatt atravessa mais uma fronteira de Vernal Quietude com “A Última Luz do Azul”, o terceiro capítulo de uma jornada construída entre silêncio, memória e transformação.
Depois de “Primordial Aurea” e “Hope Never Dies”, a nova composição mergulha ainda mais fundo na atmosfera contemplativa do álbum. É uma passagem lenta entre estados entre aquilo que permanece e aquilo que começa a desaparecer, entre a presença e a ausência, entre a luz e a sombra.
“A Última Luz do Azul” nasce desse instante suspenso em que o dia já não é dia, mas a noite ainda não tomou completamente o céu. A última claridade permanece sobre as coisas por alguns segundos, como uma memória que resiste antes de desaparecer.
Há melancolia nesse intervalo, mas também transformação.
UM NOVO CICLO
À medida que Vernal Quietude se aproxima de sua forma definitiva, a Fohatt anuncia também a parceria com a C.W. Music Records, Musika Mundi e Mutilation Records que serão responsáveis pelo lançamento do álbum em formato físico, em CD e sua distribuição.
Inseridos no underground brasileiro de música extrema, os selos tem construído sua trajetória através de lançamentos que preservam a relação entre música, identidade e o objeto físico. A parceria com a Fohatt leva Vernal Quietude para esse território onde um álbum deixa de existir em um mundo digital e passa a ocupar também um espaço material , carregando consigo sua arte, sua atmosfera e sua história.
Para um trabalho concebido a partir da contemplação, da natureza e da passagem do tempo, essa existência física ganha um significado particular.
Um ciclo se encerra.
Outro começa.
E enquanto a noite lentamente cobre o horizonte, ainda resta uma última claridade sobre as folhas, sobre a terra, sobre aquilo que permanece.
A última luz permanece.
E, por um instante, o azul ainda resiste.



