Novo single antecipa álbum marcado por precisão cirúrgica, brutalidade incessante e estética infernal

Basta ouvir a nova faixa do EXORCISED para compreender imediatamente por que o álbum recebeu o nome “Fire & Sulfur”. A composição é movida por um riff principal que pulsa de forma abrasadora — como a corrente fervente nas veias de um demônio atormentado — segmentado por baterias marteladas com fúria, enquanto uma guitarra solo distante, lancinante e quase espectral ecoa no horizonte sonoro.
Esse pulso violento e torturado não se dissipa em nenhum momento. Pelo contrário: ele se intensifica com ataques incessantes da bateria, explosões de riffs rápidos e cortantes, linhas de baixo ágeis e incisivas, além de urros e vocais malignos que reforçam a sensação de caos absoluto. A energia da faixa opera em combustão máxima, sem qualquer sinal de esgotamento.
Ainda assim, o EXORCISED demonstra inteligência composicional ao variar riffs e grooves rítmicos, mantendo o ouvinte em constante estado de alerta. As guitarras se multiplicam em enxames, investidas e giros abruptos, enquanto a bateria — completamente fora de controle — domina a atenção com uma performance implacável.
Um dos pontos altos surge com um solo de guitarra vertiginoso e insano, que derrete trastes em um turbilhão de notas, adicionando uma camada extra de loucura a uma música que já nasce autenticamente desequilibrada. Mesmo em meio ao caos, fica evidente que toda essa violência é entregue com altíssimo nível técnico e precisão quase cirúrgica, revelando uma banda que domina plenamente suas armas.
O álbum “Fire & Sulfur” foi gravado no Dynamita Studios, sob os cuidados de Dani G.. Mais informações e opções de pré-venda podem ser encontradas nos canais oficiais da banda e do selo. Também já estão disponíveis o primeiro single, “Tortured on the Rack”, e uma audição completa da nova faixa via Bandcamp.
Se este lançamento inicial serve de presságio, Fire & Sulfur promete ser um ritual de destruição sonora conduzido com método, técnica e perversidade absoluta.
Fonte: No Clean Singing



