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PAGAN THRONE – Explorando e Enovando em Terra Dourada.

Alan Luvarth janeiro 23, 2026 5 min read

Formado em 2004 o Pagan Throne chega em seu sétimo trabalho de estúdio, trazendo uma temática muito rica, além do trabalho trazer várias surpresas como: o fato de ser cantado todo em português, um cover de uma música bem brasileira que ficou sensacional e toda sua temática, vamos mergulhar e saber mais sobre esse excelente trabalho da banda conversando com Rodrigo Garm.

Os trabalhos atuais estão bem mais direcionados, ao Power metal, diferente do primeiro álbum que tinha uma veia mais Black Metal, como aconteceu essa mudança?

Rodrigo Garm – Na verdade, o Pagan Throne sempre teve elementos de Heavy e Power Metal em suas composições, no início não eram tão aparentes pois a banda tinha uma estética mais agressiva, com o tempo, fomos lapidando certos aspectos, a banda sempre se viu livre em relação às composições, geralmente adaptamos as músicas as características étnicas da civilização que estamos abordando nas letras.

O Álbum “Terra Dourada” é o primeiro álbum da banda cantado em português, qual foi o motivo dessa mudança, a banda vai adotar essa mudança para os próximos trabalhos?

Rodrigo Garm – De fato, é o primeiro álbum todo em português, porém nos sentimos à vontade em fazê-lo dessa maneira pois temos outras músicas em nosso idioma como “Ritual” e “Ascensão ao Poder do Sol”. O processo foi natural, como estamos falando da nossa história, para que ficasse bem claro a mensagem, optamos pela nossa língua, no fim pareceu uma boa escolha.

As mudanças nas temáticas que estão voltadas à história e folclores regionais, como surgiu essa ideia?

Rodrigo Garm – Era um desejo antigo falar da nossa cultura, raízes e história, transitamos nos álbuns anteriores, pelos nórdicos, egípcios, gregos, romanos e agora estamos falando do Brasil, da nossa pátria, é um grande orgulho chegarmos a esse ponto.

A banda tem um estilo próprio, onde soa power metal mas também soa extremo e agressivo musicalmente, quais as inspirações para alcançar essa sonoridade?

Rodrigo Garm – Complexo trazer aqui algumas inspirações, pois como os músicos são livres para criar, absorvemos muito da característica individual de cada integrante, não buscamos nos adequar ao que está na moda, sempre buscamos compor aquilo que nos faz bem. Em relação às vozes, procuramos sempre adequar os timbres ao que o momento pede dentro de cada passagem, isso de certa forma acaba trazendo mais o ouvinte para dentro da música, algo como a leitura de um livro que te envolve a cada página.

No início a banda era um trio e hoje é um quinteto, quais as vantagens e desvantagens atualmente de serem um quinteto?

Rodrigo Garm – As estruturas das músicas se tornaram muito complexas para serem executadas ao vivo, dessa maneira nós vimos na necessidade de recrutar mais um guitarrista e as orquestrações passaram a ser executadas por samplers, isso nos deu muita liberdade de palco e abriu um leque absurdo.

No trabalho “Terra Dourada” temos um cover bem inusitado que é “Tico, Tico no Fubá” um cover de Zequinha de Abreu, como foi a ideia de fazer um cover de uma música tão popular?

Rodrigo Garm – Nosso guitarrista Renan Guerra quando estávamos compondo para o disco nos mostrou essa versão, como estávamos falando de Brasil, não teria como ignorar a relevância de Zequinha de Abreu para a música brasileira, sua projeção internacional é absurda, tanto que “Tico, Tico no Fubá” é uma das músicas brasileiras mais executadas da história no mundo todo. Nós não temos medo de arriscar, como disse anteriormente, fazemos aquilo que vem do coração, se bem aceito ou não é um processo normal, nem todos vão gostar, importante é estarmos bem com nossas mentes tendo a certeza que entregamos o nosso melhor.

A arte de capa foi feita pelo artista Rômulo Dias, que inclusive já fez vários trabalhos artísticos, como foi a escolha desse artista e a ideia de capa?

Rodrigo Garm – O Rômulo é um grande artista, confiamos muito no seu senso, geralmente explicamos a ideia e o que buscamos com o álbum e ele nos mostra uma opção, quase sempre já a versão final, ele sabe fazer muito bem a leitura da mensagem que o Pagan Throne quer passar. Queríamos uma arte que falasse de cara tudo que buscamos nas letras do Terra Dourada, dessa maneira há relação com as nossas raízes, folclore, medos, cicatrizes, traumas, entre outros…

Como tem sido a repercussão desse novo trabalho e de suas mudanças com o público?

Rodrigo Garm – Muito positivo, pelo fato de ser em português e falar de temas que estão em nossa memória como brasileiros, tivemos um ótimo retorno até aqui. Como estamos numa crescente de bandas cantando no nosso idioma, isso também facilitou bastante.

Tivemos muitas surpresas positivas com esse novo álbum, o que podemos esperar para os próximos trabalhos do Pagan Throne?

Rodrigo Garm – Um segundo passo do que foi apresentado, continuaremos com o português e dessa vez vamos mais fundo nas raízes do nosso país, batalhas pela liberdade, os povos do nordeste que lutaram por sua liberdade, personagens históricos, folclore e a origem dos problemas sociais que enfrentamos hoje, são alguns dos temas do próximo disco.

Deixe sua mensagem final para nossos leitores e admiradores do Pagan Throne….

Rodrigo Garm – Agradecemos imensamente pelo espaço, uma honra falar um pouco do que buscamos no Terra Dourada, esse foi um álbum construído de headbanger para headbanger, visto pelas tantas participações especiais, as quais temos muita gratidão. Convidamos todos a mergulharem nas histórias do Brasil em Terra Dourada, nos dedicamos ao máximo para entregar a vocês um álbum digno da grandiosidade do nosso país. Grande abraço a todos, permaneçam firmes apoiando as bandas undergrounds do nosso país, o que há de melhor no mundo está aqui.

Line up:
Alexandre Daemortiis – Drums
Rodrigo Garm – Vocals
Renan Guerra – Guitars, Piano, Orchestrations
Rafael Luís – Guitars
Bruno Hage – Bass

Terra Dourada – 2025
1. Pelas Vastas Florestas (Intro)
2. 1822 – O Sol da Liberdade
3. Os Donos Dessas Terras
4. Abolicionismo Imperial
5. Aliança de Fogo
6. Caçador da Noite
7. A Luta Pela Dignidade
8. Naiá das Águas
9. Liberdade Ainda que Tardia
10. A Cruz da Imposição
11. Tico Tico no Fubá (Zequinha de Abreu cover)

 

Alan Luvarth

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