Dando continuidade a essa etapa em que trago na série as bandas mais próximas ao Death/Black Metal, seguirei com bandas do início dos anos 1990 que fizeram carreira em condições menos favoráveis que outras na década anterior e na década posterior já no século vinte e um.
Amplamente falado durante essa longa jornada que os anos noventa foram anos difíceis para o Thrash Metal, porém para outros estilos do Metal Extremo, não! O Black Metal teve uma ascensão meteórica, evidentemente oposto ao que aconteceu como o Thrash Metal, mas, não se iludam, a cena metal dos anos noventa foi muito acirrada, travada, recheada de complexidades e, principalmente no Brasil, onde se nutriu algo que ficou extremamente conhecido como Real Radicalismo. Em muitos casos, o Radicalismo da cena extrema nacional chegou a renegar o Thrash, talvez por causa do alcance de umas bandas e da postura patética de outras, o Thrash Metal por aqui chegou a ser malvisto e até muito negado!
Por outro lado, o Thrash Metal foi base sonora para muitas outras bandas ao redor do mundo, tanto para dar algum toque aqui e ali em seu som, ou mesmo para servir de pilar para uma construção que parecesse inédita dentro das sonoridades que borbulhavam na época. Mesclar sonoridades era uma experiencia muito comum naqueles anos, onde foi possível ver muitas bandas agregando “novas” sonoridades as estruturas já desenvolvidas pelo Metal nos anos oitenta. Estilos, talvez, alienígenas foram duramente incorporados as bandas fazendo com que seus sons se tornassem, em muitos casos, híbridos exagerados e descaracterizando uma sonoridade que já parecia solidificada e tradicional.
Mas o que é a arte se não ruptura? A música é uma expressão artística aberta como qualquer outra e a criatividade precisa refletir essa liberdade. O público em geral, sente dificuldade de compreender por que um músico está sempre em mutação, está sempre buscando ultrapassar novas fronteiras com sua arte, é um ser que está sempre cercado pela inquietude e essas mutações, para o público soa muito mal. No Metal, boa parte desse público torce o nariz para as mudanças em suas bandas preferidas e isso também é compreensível. Não tem como encontrar culpa em ambas as partes, um quer buscar munição para entregar sempre algo novo, surpreendente, inédito ou ressignificado, enquanto o outro quer encontrar esteio naquilo que lhe foi apresentado pela primeira vez e nunca mais perder de vista!
Não apenas os outros estilos do metal extremo sofreram dessa dura realidade que o público pressiona, como o Thrash Metal passou por essas pedras, que estavam móveis, sempre em outros lugares criando obstáculos para a criatividade do artista que se via alheio aquelas experiências de contracenar num palco cheio percalços difíceis de resolver. Viver a cena Metal foi e é um verdadeiro desafio, tanto para o artista como para o público.
Quando comecei essa parte do texto, eu quis que ficasse claro que as bandas de Thrash/Black Metal que surgiram no início dos anos noventa, estavam tentando manter, com o que podemos entender, alguma dignidade a sonoridade tradicional do Thrash encontrado com uma evolução que não soasse muito distante da tradicional e isso foi possível com maior parte dessas bandas que circulavam dentro do underground. Mostrar que era possível, sim! Fazer Thrash Metal nos anos noventa sem corromper sua célula agregando valores que ainda não estavam estabelecidos, maduros, concretos. Os outros estilos de música que “nos” perdoassem, mas “queremos” fazer metal genuíno sem muita “firula” ou sonoridades que destoam da selvageria que queremos em primeira instancia.
Funeral Nation foi uma dessas bandas que, ao contrário de algumas bandas que fiz referência nas partes recentes anteriores, não foi formada por artistas que ficaram notórios com suas bandas de Black Metal oficiais, pelo contrário, estes viram sua carreira afundar num mar de golpes, frustrações, abandono e desistência. A banda foi criada em Chicago, Estados Unidos no ano de 1989 por Chaz Baker (guitarra), Chaz chegou a fazer parte de outra banda de Thrash Metal americana na época, que flertava com o Death Metal chamada Abominations, aliás banda que se tornou cult ao longo do tempo.
Chaz diz que houve muita divergência dele com outros integrantes da Abomination, fazendo com que ele saísse da banda junto com Mike e formasse outra banda com o nome Funeral Bitch, mas parece que lá as coisas também não deram muito certo e ambos saíram também e formaram, ironicamente a Funeral Nation, uma fusão de FUNERAL Bitch com AbomiNATION.
A primeira demo da Funeral Nation foi lançada ainda em 1989 contendo cinco sons sob o título “State of Insanity”, essa demo possui um peso e uma violência absurda, algo próximo do que bandas como Infernal Majesty, Death Strike e Celtic Frost conseguiram em suas carreiras, com a mesma carga energética cheia de escuridão, satanismo e ocultismo! Tem uma velocidade incrível e composições muito bem arranjadas, não à toa, Funeral Nation era vista como um expoente na cena Death/Black Thrash da época. Essa demo da Funeral Nation pode ser considerada um marco de pavimentação para o que poderíamos ver em bandas consagrada no underground mais tarde como Ususrper, Order From Chaos, Cianade, Pentacle até! Uma demo maravilhosa que criou uma áurea de esperança no Metal Extremo que apontava para a década seguinte, assim como o “Altars of Madness” (álbum da banda Morbid Angel lançado em 1989 pela gravadora Erache Records) está para o Death Metal.
Talvez o inusitado na música da Funeral Nation seja a principal influencia vir das bandas europeias, o que não era comum as bandas norte-americanas que, costumavam se auto influenciarem com uma sonoridade muito própria, Chaz chegou a declarar ter influências do Slayer, mas se percebia que a célula que apoiava a banda a compor suas canções estava nas bandas europeias.
A primeira formação da Funeral Nation foi um power trio formado por Chaz na guitarra, Mike Pahl baixo e vocal, Dave Chiarella bateria fechando a formação. A demo teve uma relativa repercussão o que deu visibilidade para banda receber alguns convites, aliás, aquele clima mesclado de Venom e Motorhead no som da banda não podia passar despercebido por ninguém, era nítida a relação que eles tinham com as raízes profundas do Metal Extremo que estava tão latente em seu DNA reforçando a tese que levantei no início deste capítulo da série.
“State of Insanity” rendeu a Funeral Nation seu primeiro e mais desastroso contrato com o selo/gravadora alemão Turbo Music. A Turbo deu um calote na Funeral Nation, lançando seu primeiro álbum e nunca pagando seus direitos, a banda bancou toda produção e gravação do álbum, em contrapartida o selo retornaria com agendamento de turnê, o percentual da prensagem do disco e outras promessas relativas ao merchandising e promoção do disco e não pagou nada a banda. Segundo relatos sobre o selo Turbo, isso não aconteceu apenas com a Funeral Nation, mas com outras bandas que fizeram parte do mesmo selo na época.
De qualquer sorte, o álbum “After the Battle”, 1991 (Turbo Music) foi lançado, jogando a Funeral Nation oficialmente na cena para engrossar o caldo de uma música cheia de selvageria e Metal Negro rápido e obscuro. Mas, mesmo com todo potencial da Funeral Nation, as coisas não estavam dando certo, ali já com aquele golpe de seu selo/gravadora repercutindo o estilo Thrash Metal começava a sofrer baixas significativas, já citadas aqui algumas vezes, tais acontecimentos internos relativos a gravadora, uma turnê cancelada e falta de interesse e de criatividade da cena Thrash Metal inseriram o Funeral Nation no ostracismo.
O primeiro álbum não obteve a repercussão esperada, claro que devemos considerar a atuação da Turbo Music em todo esse processo, uma gravadora que deixa seu artista a própria sorte, sem dar nenhum suporte mínimo, não tem como isso alcançar o público em larga escala, uma banda de Metal, assim como qualquer banda de qualquer estilo, precisa ser vista para despertar o interesse no público, por menor que seja, em escutar sua música, consumir seu “nome” etc., mesmo assim Funeral Nation insistiu em continuar sua carreira gravando uma segunda demo lançada no ano de 1992. “Reing of Death” chegou a ser lançada pela mesma Turbo Music, aí vai minha critica a banda que cumpria sua parte no contrato e o selo não, por que inferno a banda não desfez o contrato com a gravadora? bom a demo se chamava originalmente “The Benediction” e o selo resolveu lançar com outro título em vinil com o título “Reign of Death”, 1992 (Turbo Music).
Nesse novo material a banda havia trocado de baterista, mas não chegou a preocupar o andamento de seus projetos, mesmo persistindo em continuar com a Turbo Music, por outro lado, a banda não teria para onde correr, pois seu “nome” estava sujo por causa da própria Turbo que já ganhava a fama de um péssima gravadora e suas bandas sofreram retaliação na cena e no mercado fonográfico da época, impedindo que bandas como a Funeral Nation ingressasse em outra gravadora e desse segmento a sua carreira fora da Turbo.
A banda chegou a um nível de azar que chegaram a ser cogitados a entrarem para o cast da Metal Merchant, chegaram a assinar, mas o responsável pelo selo falava mal da Funeral Nation em entrevistas tendo acordos de lançamento com a banda. Chaz, extremamente decepcionado e fulo da vida com tal (ir)responsável, rompeu e chegando a declarar: “O Metal Merchant era covarde demais para seguir em frente. A SPV se interessou depois que o Keramenas falou com eles, mas ele ficou como um cervo paralisado. Além disso, ele estava falando mal do Funeral Nation em entrevistas enquanto trabalhávamos com ele. Ele deveria ter mudado o nome de Metal Merchant para Pussy Merchant.” https://www.metalcrypt.com/pages/interviews.php?intid=354 consultado em 17/08/2025
Isso deixava muito claro o quanto a banda sofreu golpes sucessivamente. Ainda assim a banda gravou duas músicas novas para um single que sairia pela Metal Merchant e mais tarde fez parte de uma coletânea lançada por selo próprio de Chaz chamado RK Productions, a coletânea se chamou “Come Kindom Thy” 1995 e saiu com algumas músicas já lançadas em materiais anteriores e sobras da demo “The Benediction”. A intenção de Chaz ao lançar essa coletânea era angariar fundos para lançar seu segundo álbum, vale ressaltar que, a aquela altura, Mike já não fazia mais parte de Funeral Nation.
Funeral Nation encerrou atividades no ano de 1997, salientando que dois dos integrantes fundadores da banda já não faziam mais parte. Somente em 2010 a banda retornou as atividades, lançando mais uma coletânea sob o título “Second Coming”, mais uma vez através de selo próprio RK Productions no ano de 2012, de lá pra cá a banda continuou sua carreira, mas sem grandes expressões, aliás, essa era uma das características da banda exaltada por Chaz: “Não preciso de conquistas. Quero que meus irmãos e irmãs que são fiéis à Funeral Nation saibam que a Funeral Nation também é fiel. Quero que eles sintam isso. Nunca quero jogar nenhuma besteira neles. A Funeral Nation nunca jogou e nunca jogará.”
Dessa forma a banda deu continuidade a sua carreira, porém sem lançar novo álbum, mas participando de splits, coletâneas e lançando um álbum ao vivo. A banda ainda passaria por novas questões com selos que lhe faziam promessas e não cumpriam e até hoje permanece no véu do underground. Poderia dizer o mesmo da banda Canadense Infernäl Mäjesty, banda que foi fundada ainda nos anos 1980, mas que só teve seu primeiro e magnífico álbum lançado em 1987. Aquela época era a chamada segunda onda do Thrash Metal, mas a Infernäl Mäjesty enfrentou alguns percalços e acabou não sendo estrela de sua constelação naquela época. Seu som sempre remeteu muito mais a algo que podia ser mensurado como Thrash/Death Metal, principalmente por sua sonoridade fazer lembrar de uma oportuna mescla entre Celtic Frost e Possessed, sim amigos! Infernäl Mäjesty tinha todos os atributos técnicos e compositivos para explodir e porque será que isso não aconteceu? Vamos analisar.
É muito possível de fazermos uma comparação dos fracassos na carreira do Infernäl Mäjesty com os fracassos da Funeral Nation, ambas sofreram com o quesito selo/gravadora que fizeram contratos junto com muitas promessas e nunca repassaram os acordos para as bandas, guardada devidas proporções, a Funeral Nation foi a mais lesada da história, porém a Infernäl Mäjesty teve sua carreira também travada por má gestão de lançamentos, má promoção dos álbuns e isso foi fazendo com que essas bandas não figurassem as prateleiras devidas em suas respectivas épocas de auge, impedindo que essas conseguissem alcançar espaços merecidos na mídia especializada ou mesmo nos palcos dos festivais mais importantes da época, até mesmo as turnês eram pontos de interrogação na carreira de ambas.
Acho que em termos traumáticos podemos dizer que Infernäl Mäjesty foi duramente injustiçada e sua música era algo extremamente precioso, bem construído e composto! Não a toa Infernäl Mäjesty foi considerada uma das melhores bandas de Thrash Metral surgida no Canadá na segunda metade da década de oitenta, mas, como eu disse acima, várias coisas contaram ao desfavor da banda! Seu primeiro álbum “None Shall Defy” 1987 (Roadrunner Records) foi um álbum muito bem avaliado pela crítica e, ao que tudo indicava, seria um disco muito reconhecido internacionalmente levando em conta a gravadora em que a banda estava lançando esse material, ora se tratava da promissora Roadrunner. “None Shall Defy” é um daqueles discos malignos, perversos, pesados que coloca muita banda de metal extremo no bolso, acho que foi o primeiro disco de Thrash Metal que ouvi que as guitarras são “gordas” encorpadas e cheia de riffes perversos que eu só encontraria em discos como o “Altars of Madness” da banda norte-americana Morbid Angel lançado em 1989 (Earache Records), quem garante que Morbid Angel não bebeu desta fonte? Pois é, absolutamente ninguém!
O relativo sucesso do primeiro álbum não foi suficiente para engrenar a carreira do Infernäl Mäjesty, que apenas onze anos depois teria lançado seu segundo álbum. Ao que parece, onze anos de hiato entre um álbum e outro transformou a banda numa verdadeira icógnita e retirando a mesma do radar dos “fãs” de sua música. Além de ter feito acordos ruins para seus lançamentos como para esse segundo álbum com a Hypnótic Records.
“Unholier Than Thou” já não teve a mesma recepção do primeiro álbum, ademais, o alcance da gravadora canadense Hypnotic Records se mostrou limitado, mesmo com a Infernäl Mäjesty lançando um disco pouco inspirado. Mesmo com todos os percalços, a banda se manteve coesa, praticamente com a mesma formação inicial que contava com: Rick Nemes – bateria e vocal (por vezes), Psycopath – baixo (depois substituído po Chay McMullen em 1997), Chris Bailey – Vocal, Steve Terror – Guitarra, Kenny Hallman – Guitars eles gravaram o primeiro álbum e já vinha coesos desde a demo “Infernäl Mäjesty” 1986.
Mas todo esse intervalo entre um lançamento e outro dava a dura sensação de que a banda estava inativa, mas não passava por problemas comuns as bandas de metal como instabilidade de formação, por exemplo. Era uma espécie de frustração por má gestão de carreira, diria! Ainda vai levar mais seis anos até que eles lancem seu terceiro álbum e seria a gota final, seria um álbum que eles irão investir nas gravações e será lançado na Europa através do selo grego Black Lotus. “One Who Points to Death” foi lançado em 2004, mas passou muita insegurança para os músicos da Infernäl Mäjesty, que passou mais uma vez por promessas não cumpridas, assim mesmo, houve o licenciamento do material e em declaração feita pelo guitarrista Kenny Hallman numa entrevista ao Metal Crypt em 2012, sobre a Black Lotus e as más sucedidas empreitadas com as gravadoras:
“Bem, esse tem sido o ponto fraco para nós. Todas as gravadoras que tivemos fizeram exatamente a mesma coisa. Prometem isso e aquilo, e é claro que nunca funciona como dizem. Steve e eu aprendemos anos atrás a nunca deixar uma gravadora ser dona das nossas músicas. Tínhamos apenas um contrato de licenciamento com a Black Lotus; Steve e eu somos donos de todas as gravações e direitos das músicas. Essa é a única maneira que eu sei de não sermos enganados por todo o dinheiro e tempo que investimos gravando. Simplesmente entregar todo o nosso material para alguma gravadora e deixá-la fazer o que quiser é algo que simplesmente vai acontecer. Muitas bandas não recebem royalties, então não ganham dinheiro. Estou igualmente feliz em saber que somos donos de todas as nossas gravações e fazemos o que queremos com elas. Temos um contrato com o iTunes e posso dizer que não tivemos nenhum problema com eles. Eles nos pagam por cada download, sem nenhuma enrolação. Obviamente, se uma gravadora quiser nos pagar muito dinheiro adiantado, eu consideraria essa opção.”
Infernäl Mäjesty foi uma banda que sempre se manteve ativa, mesmo com todos esses problemas, na minha opinião o disco mais emblemático da banda após o primeiro álbum é o seu inspirado quarto álbum “No God” 2017 (High Roller Records). Mesmo constatando que eles vão se contaminar com a sonoridade do Thrash Metal mais moderno “groovado” dos anos noventa de forma tardia, suas guitarras continua afiadas e “gordas” suas composições tão inspiradas quanto em “None Shall Defy” e seu flerte com o Death Metal muito mais acentuado, diria, sem medo de errar que esse seria o álbum muito mais Death Metal da banda que Thrash Metal, porém, sem perder a essência do estilo que é a complexidade das composições e até um toque sofisticado de técnica está encarnada. A minha conclusão sobre Infernäl Mäjesty é que há uma joia escondida na sua carreira que não foi devidamente lapidada, ou melhor (pior), nunca foi descoberta, ainda está envolta no véu do underground… quiçá tenha passado do tempo e esqueceram de colocar na prateleira.
Você já ouviu falar de Death Strike? Isso foi muito underground nos anos 1980, mas fez muita diferença pra cena Death Metal anos mais tarde, juntamente com Celtic Frost, Possessed, Mantas e Infernäl Mäjesty, Death Strike deu origem a um tipo de som único e avassalador, porém, naquela época o termo Death Metal ainda não havia sido muito bem lapidado e muitas bandas soavam com o que havia de mais brutal até então que era o Thrash Metal, não sendo diferente com a Death Strike.
Death Strike foi uma banda americana fundada por Paul Speckmann em 1983 e a demo “Fuckin’ Death”, de 1985, foi uma grande influência no underground do Death Metal. A demo também foi lançada em CD em 1991, com quatro faixas adicionais. A banda se desfez e se reformou duas vezes antes de seu fim definitivo, com Speckmann decidindo continuar com o Master, a banda que ele havia formado com Bill Schmidt após a saída do War Cry.
As idas e vindas da Death Strike foram curtas entre 1984 e 1985, depois entre 1991 e 1992 e retornam em 2012 para continuarem ativos, chegaram a lançar álbuns ao vivo, porém nenhum álbum de estúdio até o momento. A sensação de que eles foram seminais para a cena Death Metal é meio que relativa, à medida que há uma injustiça na sua aparição! Até hoje, a maioria das pessoas, não associam a Death Strike aos pioneiros do Death Metal, tão pouco aos principais nomes do Thrash Metal da segunda onda. “Fucking Death” 1991 (Nuclear Blast) foi gravado com a seguinte formação Paul Speckmann (Master) – Vocals e Baixo, Chris Mittleburn (Master) – Guitarra, Kirk Miller – Guitarra, John Leprich – Bateria. Atualmente Paul segue com a banda Master e mudou-se há alguns anos para a República Tcheca onde reativou o Death Strike em 2012 com músicos locais assim como o Master.
Por aqui ficamos em mais um capítulo desta longa jornada através do Thrash Metal, sinalizando capítulos a frente com muito mais pensamentos, polêmicas, comportamento, reflexões, análises e afins, mas por hora fiquemos com a lista de indicações para este episódio:
Funeral Nation – “State of Insanity” demo 1989
Funeral Nation – “After the Battle”, 1991 (Turbo Music)
Funeral Nation – “Reign of Death”, 1992 (Turbo Music).
Infernäl Mäjesty – “None Shall Defy” 1987 (Roadrunner Records)
Infernäl Mäjesty – “Unholier Than Thou” 1998 (Hypnotic Records)
Infernäl Mäjesty – “One Who Points to Death” 2004 (Balck Lotus Records)
Infernäl Mäjesty – “No God” 2017 (High Roller Records)
Death Strike – “Fucking Death” 1991 (Nuclear Blast)
https://www.youtube.com/watch?v=lVzVjS6V9wQ&list=RDlVzVjS6V9wQ&start_radio=1




