Nesta noite dos Mortos, daremos início a uma série especial de lançamentos com registros inéditos de nossa apresentação no BANGERS OPEN AIR 2025, realizada no Memorial da América Latina, em São Paulo!
MALEFACTOR – CENTURIAN (LIVE AT BANGERS OPEN AIR 2025)
Na noite de hoje, 02 de novembro de 2026, às 20 Horas, quando os vivos reverenciam os mortos e as almas são evocadas em memória daqueles que partiram, o MALEFACTOR rompe o silêncio dos túmulos e convoca as forças das trevas para uma verdadeira celebração da morte!
E a jornada começa com CENTURIAN!
Uma execução brutal, registrada ao vivo, que resgata a atmosfera sombria de uma das composições mais intensas de nossa trajetória.
E ISSO É APENAS O COMEÇO!
VÍDEOS INÉDITOS AO VIVO TODAS AS SEGUNDAS E QUINTAS-FEIRAS DE NOVEMBRO, SEMPRE ÀS 20 HORAS, no canal oficial do MALEFACTOR no YouTube:
https://m.youtube.com/c/MalefactorBrazil
Diretamente dos palcos para as profundezas do submundo, uma sequência de registros que celebra a força, a brutalidade e a essência obscura do Metal brasileiro.
CENTURIAN – A CULPA, A CONDENAÇÃO E A ETERNIDADE
Muito além de uma narrativa sobre a crucificação de Jesus Cristo, CENTURIAN mergulha na consciência atormentada do centurião romano responsável por executar a sentença.
A composição apresenta uma perspectiva perturbadora: a de um homem que, após participar de um dos episódios mais emblemáticos da história da humanidade, passa a carregar o peso psicológico e espiritual de seu próprio ato.
Não se trata apenas de um executor cumprindo uma ordem. É a representação de uma alma aprisionada pela culpa, perseguida pela lembrança de uma morte que jamais poderá esquecer.
Nos versos “I am trying to sleep all night / But I’m knowing this strange way to die”, emerge o tormento de alguém incapaz de encontrar paz, mesmo depois de consumada sua missão.
Já a passagem “bloody action was his disgrace” revela a marca indelével de uma ação sangrenta que se transforma em sua eterna desgraça.
A narrativa avança para uma dimensão ainda mais sombria ao questionar a natureza do mal, a responsabilidade individual e as consequências espirituais de escolhas irreversíveis.
Na passagem “You were condemned to suffer all the eternity / To see the dead, the leprous and the beast”, o centurião surge condenado a uma existência de sofrimento interminável, obrigado a contemplar os horrores que representam sua própria condenação.
A referência ao Acheron’s bleed evoca o rio Aqueronte, da mitologia grega, associado à travessia das almas para o reino dos mortos. Uma imagem que reforça a atmosfera de condenação, morte e sofrimento eterno presente na composição.
Assim, CENTURIAN transforma uma figura histórica em símbolo de um conflito universal: o homem diante de seus próprios atos, a culpa que consome a consciência e a possibilidade de uma redenção que talvez jamais venha.
OS PILARES DA CONDENAÇÃO
O peso de uma culpa impossível de apagar.
A busca desesperada por redenção.
A condenação ao sofrimento eterno.



