Blood to Tranquility é a música mais recente composta pelo PESTICIDE e foi gravada no LoneStudio em março de 2026. É uma das músicas do novo álbum que pretendem lançar ainda neste ano.
Ela mostra a evolução da banda desde seu retorno, reforçando suas raízes no underground com influências no metal extremo do final dos anos 80 e início dos anos 90, mas sem deixar de buscar uma identidade própria.
A arte da capa do álbum é apresentada em detalhes no vídeo desta música (ver no final da máteria), assim como foi feito no single anterior ao primeiro álbum. Essa arte inspirou a letra da música.
Blood to Tranquility fala sobre psicopatias, o conceito de estado de necessidade e canibalismo:
“O personagem, colocado em uma situação de vida ou morte, luta pela sobrevivência, e diante da situação de terror psicológico, mata as outras pessoas do navio para se alimentar. É nesse momento, ao desmembrar, estripar e saborear suas vítimas, que ele consegue encontrar tranquilidade para todas suas confusões mentais e paranóias. O cara pirou de tal forma que conseguia achar que estava fazendo o bem ao matar algumas pessoas que ele julgava serem ruins. O que é a grande contradição da história toda, pois quem somos nós pra julgar alguém como certo ou errado, visto que esses conceitos mudaram várias vezes no decorrer dos anos e principalmente a questão cultural de onde a pessoa vive.”
Banda underground oriunda do interior paulista, nascida na cidade de Pedregulho no ano de 1990, o PESTICIDE estabilizou sua formação com Marcos Júnior (baixo e vocal) e André Bolonha (bateria e vocal) e se destacou por ter músicas apenas com baixo com distorção e bateria como instrumentos, seguindo o Splatter Grind Death Metal como referência sonora. Em 1994 decidiram mudar o nome da banda, passando a usar o nome Cauterization. Em 1995 a banda entrou em um coma que durou praticamente vinte e cinco anos, porém, em dezembro de 2019, na cidade de Franca – SP, a banda voltou às atividades, mesmo com as dificuldades impostas pela pandemia de Covid 19 que assolou o mundo, e segue fazendo música underground mantendo a brutalidade como ponto de inspiração.
As letras das músicas falam sobre diversos pontos de vista da morte e psicopatias diversas, com pesquisa e uso de termos de medicina legal, abrangendo fatos reais e ficcionais. Fizeram algumas apresentações ao vivo ao lado de bandas como: Vulcano, Masturbator, CoffinRot, Lusferus, Luxúria de Lillith, Nightmare Slaughter, Cadaverizer, BlackSmith, Rebaelliun, Lacerated and Carbonized, Escarnium e Master (EUA).
Pesticide:
Marcos Junior – guitarra e vocal
André Bolonha – bateria e vocal
Demo-ensaios:
(1992) Pesticide – Cerebral Pulverization
(1992) Pesticide – Infestation of Suppurated Anal Verrucose
(1993) Pesticide – Festering Tumours of Cancerous Decay
(1994) Cauterization – Emanations from Repulsive Wide Sores
Singles:
(2022) Pesticide – Beheading and Quartering
(2023) Pesticide – Jurisprudence of Carnage
(2026) Pesticide – Blood to Tranquility
Álbuns:
(2023) Pesticide – Death Compendium



