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FOHATT – Doom Metal

...o Doom Metal sempre foi essa ponte...

Hioderman ZArtan agosto 15, 2025 13 min read

Existe um paradoxo entre a musica sombria e a musica extrema, e quando (em algum dia perdido no tempo) uma alma incauta resolveu criar a junção deste paradoxo, criando assim um clima de psicodelia cósmica em frequência elevada, o Doom Metal com atmosferas hipnóticas, improvisações vibrantes e uma sonoridade que atravessa o espaço-tempo. E é assim que se inicia uma entrevista interessantíssima feita com o Gustavo Grando que nos fala sobre a trajetória do FOHATT.

Nesta entrevista exclusiva, mergulhamos nas influências, processos criativos e experiências doomers do FOHATT.

E aí Gustavo meu joiado amigo, vamos começar esta conversa logo sanando alguns mistérios, mah, a arte da capa do CD Reflections of Emptiness é uma das mais bonitas que já tive o prazer de apreciar, desenhada a mão livre, usando técnicas sombrias, assim digamos, o velho creion e esfuminho (os antigos desenhistas vão entender), comente acerca da concepção desta arte, e aliás, como se deu o contato com o artista sírio?

E aí Hioderman, velho irmão guerreiro! Gratidão pelas palavras sobre a capa. Realmente ela carrega uma alma própria… Foi feita pelo artista da gallery.of.raven.art.

O Sírio que usava esse pseudônimo raven. art, um cara de um talento absurdo. Entrei em contato com ele via Instagram, depois de ficar dias mergulhado em perfis de artistas que trabalham com desenho tradicional. Quando vi os trabalhos dele, mandei uma mensagem contando o conceito do álbum, que girava em torno do vazio interior, do silêncio que conecta, da transitoriedade da existência. Ele se identificou e topou de cara. A arte foi toda feita a lápis grafite, como você bem pescou, criando essa atmosfera sombria, melancólica, meio espectral. Cara, infelizmente ele foi recrutado para a guerra, me mandou mensagens logo após isso acontecer e teve que apagar a página dele no instagram @ gallery.of.raven.art. e dela prá cá, nunca mais tive contato. Não consegui nem mandar o álbum para ele, pois é proibido na Síria temas aos quais colocamos nas letras, criticando as religiões….

 

Que coisa cabulosa mah, imagina viver num lugar assim, tão ferrenho contra arte e som, nem chega perto do que foi a tão falada ditadura no Brasil. Mas, uma pena o artista ter sumido, literalmente em guerra. Num futuro full para 2026 (quem sabe) pretendem usar a mesma tecnica de desenho com outro artista?

Sim, para o próximo álbum, o Reinaldo Hilário já está fazendo alguns esboços. Como ele vem acompanhando as novas composições e ideias, a arte que ele está trabalhando é como se fosse uma extensão da música. E claro, ele é um artista que sente e compreende a alma do que estamos criando…. além de ser um guerreiro no underground.

 

Como se iniciou a trajetória de vocês no campo cultural underground da música sombria? Digo, qual foi o gatilho pra você decidir criar o Fohatt e o porquê o estilo mais tétrico da música, já que a banda pode ser considerada como Source Doom Metal ou Doom Metal Raiz.

Rapaz, o Fohatt surgiu no final de 2020, início de 2021, naquele momento estranho em que o mundo ainda estava digerindo a pandemia. Eu estava num processo de introspecção profunda, revisitando antigos escritos, antigas ideias. Sentia uma necessidade visceral de expressar aquilo em forma de som. Sempre fui atraído pelas sonoridades densas, introspectivas, melancólicas – aquele tipo de som que te atravessa. O Doom sempre foi essa ponte.

Mas o projeto só se concretizou mesmo quando comentei a ideia com o Fernando Nahtaivel (tecladista) e o Edgar (baixista), dois velhos amigos. Como eles se mostraram super receptivos, fui atrás de outros parceiros também das antigas: o Tony (guitarrista) e o Teja (baterista). Todos nós nos conhecemos desde o início da década de 90. Quando o pessoal abraçou a proposta, a coisa fluiu naturalmente.

A Ana (vocalista) é companheira do Edgar, e o Edu (guitarrista) já tocava com o Tony em outros projetos… Aí nos reunimos, e começamos a compor. Desde o início, a proposta foi mergulhar em algo que fosse além do entretenimento, mantendo a essência do underground e fazendo um som que realmente gostássemos, sem nos prender a rótulos, mas com os pés fincados no Doom.

 

Essa tem que vim logo de cara, mah Reflections of Emptiness foi lançado em vinil, eu acompanhei um pouco da trajetória (a família deve ter ficado alegre com você enchendo as malhas com vinis, (risos)), como se deu essa viagem, visto que os custos para produzir um vinil no Brasil estão muito caros (em média R$20mil para produzir 300 12”LPs).

(Risos) É bem isso, mano! Os discos tomaram conta das malas, só fiquei com uns pares de roupa eheheh! Mas o vinil sempre foi um sonho nosso. A gente cresceu idolatrando os LPs, com aquele ritual de ouvir o álbum inteiro, olhando o encarte, sentindo o cheiro do papel. Quando vimos a possibilidade de lançar o Reflections of Emptiness nesse formato, não pensamos duas vezes. Claro, foi um corre danado, e um investimento considerável — como você bem apontou, por isso fizemos em Portugal com um custo muito inferior. Mas graças ao apoio do selo Metal Army Records, conseguimos viabilizar essa edição limitada de 300 cópias. Tive outro amigo importante em Lisboa que recebeu no apartamento dele as caixas de vinil até eu conseguir buscar, inda bem que ele é headbanger e fã de vinil, (risos).

 

Mah, os lusos roqueiros são muito fixe (risos), conheço bons amigos pôr lá, aliás, por eu ser fã dos Moonspell talvez isso abranja (risos). Algo que acho interessante neste intercâmbio e que é muito parecido é a questão de o som BR tem mais atenção fora do BR, (citando como exemplo) e conversando com amigos lusos, eles diziam sempre que álbuns de bandas locais eram fáceis de se achar na esquina seja uma livraria ou banca de revistas e sempre tinham muitos álbuns de bandas BR nas prateleiras.

Pois é, isso é algo que nos impressiona e, ao mesmo tempo, nos faz refletir. Lá fora, principalmente na Europa e América Latina, há um respeito enorme pela música underground brasileira. Eles reconhecem a intensidade, a originalidade e a paixão que colocamos em nossos projetos. Aqui dentro ainda há muitas barreiras, inclusive de acesso e valorização — parece que às vezes precisamos “ser validados lá fora” pra ganharmos algum destaque por aqui. Mas seguimos firmes. A beleza do underground é justamente essa conexão entre nichos distantes, onde a arte fala mais alto que o mercado. “No nosso caso, todos os membros trabalham em outros trampos para poder investir na música”.

 

Recente foi lançada uma tiragem limitada para o Ancient Ritual of the Season, até então só digital. O que pode nos relatar sobre este item, que aliás, esta versão vem com um bônus, a versão para “A Poem” (Saturnus Brazilian Tribute).

Esse lançamento foi muito especial. O EP Ancient Ritual of the Season foi nosso primeiro registro, lançado digitalmente em 2023, e já trazia o DNA do Fohatt. Agora, em 2025, o selo Anaites Records (do próprio Zartan!) em parceria com o grande amigo Sandro da Coldwinter e do Dreamaker zine possibilitaram esse lançamento na versão física em CD, em digisleeve, numa edição limitada que ficou linda demais. E pra deixar ainda mais especial, incluímos como faixa bônus nossa releitura de A Poem (Written in Moonlight), uma homenagem ao Saturnus, feita para o tributo organizado pelo nosso irmão Eduardo Slayer da banda The Cross. Foi uma honra fazer parte desse projeto e eternizar essa música nesse novo lançamento. Essa cooperação entre amigos que para mim resume a essência do underground e a motivação para fazer som…

 

Mah, a curiosidade bateu oh, como é conviver em uma banda com 7 músicos, digo (eu escrevi cantando a música “essa família é muito unida”, (risos)), e olhando o currículo da galera, tem uns monstros undergrounds aí né mah. O Fernando Nahtaivel tocou/a em uns 13 projetos/bandas. Aproveitando o ensejo, apresente a atual formação da banda.

(Risos) Essa família é muito unida mesmo, é uma irmandade real. Temos visões semelhantes sobre a vida, sobre música…o que facilita demais o convívio. E sim, temos músicos incríveis na formação atual:

  • Gustavo Grando – vocais
  • Ana Paula Paz – vocais
  • Tony Fontana – guitarra
  • Eduardo Müller – guitarra
  • Edgar Mol – baixo
  • Fernando Nahtaivel – teclados
  • Teja Penso – bateria

O Fernando é um capítulo à parte, o cara tem uma bagagem monstruosa com projetos como Nahtaivel, Insane Devotion, Scorner, Eternal Sorrow, Dimension Doom, Amen Corner, e por aí vai… Mas cada um ali tem história, tem profundidade musical, e isso transparece no som. No fim das contas, não é só uma banda — é um círculo, um rito coletivo.

O Edgar tinha uma banda chamada Estegomia bem nas antigas e foi baixista do Necrotério, além de outros trabalhos com a Ana. O Tony e o Teja tocavam na época na banda Ausentes, e o Edu na Sociedade Vudú.

 

Você Gustavo, conheci você ainda no tempo do Necrotério, na DT Putrid Glory de 1998. Hoje você também está com o Bleak Serenity, projeto do grande Reinaldo Hilário. Além dos citados e do Fohatt, você está em mais algum projeto? E, como foi o processo para gravar o Introspective?

Que memória, meu irmão! Necrotério foi minha porta de entrada pra esse universo, uma fase muito marcante da minha vida. Agora com o Bleak Serenity, junto com o Reinaldo Hilário, temos uma proposta que flerta com o lado mais ambiental e etéreo…. Gravamos o Introspective em 2024, e foi um processo sem palavras — as músicas nasceram com as reflexões silenciosas do talentoso Reinaldo, que foi me passando o material e assim fui integrando com as letras e vocais, esse projeto é sensacional. Também estou participando junto com dois grandes amigos Sandro e o Elvis da Coldwinter, onde realizo participações dos vocais junto com o Sandro e Agnes.

Estou envolvido com o projeto Ao Fechar os Olhos, musicando com a Fohatt um poema do saudoso Ronaldo Campelo (ex-M26), lançamento pelos selos Eclipsys Lunarys, Philosofic Art’s e Be True Discos.

Arte por Reinaldo Hilário (Musika Mundi & Ciclos de Silêncio e Sombras); Logotipo por Christophe Szpajdel; Encarte e diagramação por Zartan (Anaites Records).

E na DOOMED SERENADES Vol. 3 – A Brazilian Doom Metal Compilation, estamos participando com uma música da Fohatt, esse projeto é capitaneado pelo Robson de Medeiros.

 

Sua participação nos novos sons do Coldwinter ficou incríveis, a banda já era boa e ai agregando mais 2 personalidades (você e a talentosa Agnes). Você estando em projetos assim digamos com o mesmo direcionamento musical, como você faz para dividir “os canais” vocálicos dando personalidade a cada banda? Alguem certa vez fez uma pergunta parecida para o Chico Anísio (risos).

(Risos) Boa pergunta, estilo Chico Anísio mesmo! Mas é isso: cada projeto tem uma identidade própria, uma atmosfera que pede uma abordagem diferente. Sempre tento me aprofundar nos sentimentos que os compositores colocam no som, nas mensagem que eles querem manifestar… aí vai saindo. O pessoal vai me dando os feed backs, melhora aqui, ficou legal essa parte…. e vamos construindo….

 

Que trampo magnifico este que o Ronaldo está a desenvolver, eu já cheguei a criar uma capa para um dos monólogos/livros dele, não lembro qual (coisa de velho, risos). Ao fechar os Olhos, o que de diferente este trabalho tem a nos apresentar, digo, analisando e parafraseando o doom metal versado?

Esse projeto tem muita coisa envolvida. Primeiro, por nascer da poesia do Ronaldo Campelo — um autor profundo, visceral, que nos deixou um legado no underground. Ao musicar esse poema com o Fohatt, fomos convidados a mergulhar ainda mais fundo na melancolia, na contemplação e no silêncio. O doom metal aqui não é apenas um estilo, mas uma forma de traduzir uma dor serena, uma transcendência silenciosa. É quase como se o som fosse um prolongamento da palavra.

O Ronaldo escreveu esse breve texto: “Ao fechar os olhos…”, inicia em meio às dúvidas de vida e morte, saúde e convalescência do período de pandemia de Covid-19 em 2020, em meio às incertezas, o medo, e o isolamento.

O afastamento provocado pela doença.

Um período em que a leitura e a escrita se tornam potentes e se inicia a escrita de alguns textos: poemas, contos, crônicas, que em 2023 dão origem a um recorte do vasto material produzido. Um livro de artista que foi lançado neste ano, intitulado “Ao fechar os olhos…” Sete poemas em prosa que fazem uma releitura dos sete pecados originais, a culpa, o orgulho, a fé, a inveja, o silêncio, o esquecimento e a solidão aliados a cinco desenhos realizados por um artista local (Pelotas – RS) que faz sua releitura destes textos, o primeiro acto, ou acto I. Poemas que fazem parte de um trabalho de escrita ainda maior, um livro de contos, “Das coisas novas que aprendi” que teve seu início em 2020 e, que em 2025 é lançado pela Pragmatha Editora – SP, o acto II. Em 2026 já está programado pela mesma editora o lançamento do segundo livro: “O ficou de antes” que é resultado deste processo de escrita. O acto III.

Ao fechar os olhos… toma outra proporção quando surge, através dos selos envolvidos, a proposta de organizar uma coletânea com bandas da cena extrema do underground nacional fazendo a musicalização destes poemas. Coffin Trip RS, ColdWinter SP, Christ Rotten Flesh MG, Fohatt PR, Melencoliam MG, Luxúria de Lilith GO e Hate For Agony MG. Eis aqui o acto IV.

Ao fechar os olhos… surge como um trabalho artístico, músico-literário conceitual. O doom, o death, o black metal nacional extremos em sua essência, em sua literatura oferecem o vislumbre do que a culpa, a inveja, o silêncio… podem acarretar na carne e sentimentos humanos. Ainda fortalecendo o trabalho e tornando esse um projeto a nível internacional, o artista gráfico Belga, Christophe Szpadjel, mestre dos logos, faz a composição artística do logotipo Ao fechar os olhos… 

Sou como lâminas azedas que se formam e banham suas faces e falecem em seu colo e brotam dos mais íntimos desejos que podes sentir. Desejos singelos e derrotados que inundam e irrompem sua alma repleta de angústia e solidão, inveja, culpa e silêncio e esquecimento e que sem fé destroem aquilo que envelhece e o tempo apaga.

 

Sendo que o Reflections of Emptiness foi lançado em 2024, era (pós-pandemia), como está a divulgação do mesmo? Vocês têm divulgado com mais afinco aqui no Brasil ou fora?

A divulgação tem sido bem equilibrada. Claro que o Brasil é nossa base, e temos recebido muito carinho da cena underground nacional. Mas também temos direcionado bastante energia pra fora: enviamos o álbum para rádios, blogs e zines da Europa, América Latina. O feedback tem sido incrível. O Doom ainda é um nicho, mas é um nicho apaixonado, e isso nos motiva a continuar espalhando esse chamado pelo mundo.

 

Trincando os ossos aqui me lembrei de uma frase que me foi dita há muito tempo “toma essa tape aí, esse som é pra tu que gosta de ouvir música no escuro e tomar vinho”, (N.E.: odeio vinho, risos), na época era uma crítica por eu gostar de doom metal e o estilo não ser bem aceito ou conhecido pela “midia” preguiçosa da época (viviam de leva-e-traz/fofocas e não liam zines/revistas), e pairo para pensar, hoje em dia o Doom metal tem um alcance enorme de sua sonoridades, mesmo com um pouco ainda da, assim digamos, intriga de que o doom metal é so o duelo de vocais beuty and beast (sick).

(Risos) Essa frase da tape se encaixa para todos nós do underground! E olha, entendo bem essa crítica — até hoje o Doom é visto como um estilo “devagar demais”, “triste demais”, e a mídia, que muitas vezes corre atrás do que está em alta…. entretanto os selos independentes, as plataformas digitais, rádios undergrounds, festivais de Doom, e os zines sempre na persistência ajudaram a expandir os horizontes — hoje a gente vê Doom sendo explorado com folk, pós-rock, ambient, sludge, música ritualística… O leque sonoro se abriu, mas a essência permanece: a introspecção, o peso existencial, a conexão com aquilo que está nas sombras — internas ou externas. E pra quem sente isso de verdade, não tem volta. É música pra ouvir no escuro sim… mas também pra abrir portas. Vinho opcional, claro. (risos).

 

Mais uma pergunta clichê: Planos para final de 2025 e início de 2026. E, como andam os shows da Fohatt? Deve ser legal uma van pra vocês 7 irem em algum tour (risos). O circuito doom metal tem apresentado bons eventos doom metal, teve um recente com o Evadne e o Helllight…

Temos boas movimentações vindo por aí….. já estamos compondo o próximo material, e realizando a produção, Mix e Masterização com o Paulo Monteiro da banda The Cross e algumas parcerias com amigos, em breve vamos começar a soltar as novidades (risos).

Sobre os shows, irmão, eu tô morando em Maraú-BA e o Fernando Nahtaivel em João Pessoa e o pessoal ainda todos em Curitiba. Aí com essa distância física, inviabiliza de tocarmos… mas vou te falar uma coisa, não paramos de compor…. a energia ficou focada nisso!

 

Meu amigo Gustavo, quero agradecer a atenção e a conversa (estilo mesa de bar, risos), e deixo este espaço para algo mais que deseje relatar.

Hioderman!
Gostaria de te agradecer imensamente pelo espaço no Portal Lucifer Rex e pela entrevista tão generosa, profunda e cheia de personalidade. Foi um prazer responder às perguntas e compartilhar um pouco da trajetória do Fohatt contigo e com os leitores do portal.

É sempre gratificante poder dialogar com alguém que realmente conhece e valoriza o underground, e que acompanha de perto o que acontece nas sombras desse cenário. Seguimos juntos na resistência, espalhando arte com verdade, peso e alma.

Grande abraço e que venham mais colaborações no futuro!
Com respeito e admiração,
Gustavo Grando – Fohatt

Contatos:

Official Links:

  • Instagram: @fohatt.official/
  • YouTube: @Fohatt666
  • Bandcamp: https://fohatt.bandcamp.com/
  • Spotify – Reflections of Emptiness
  • Spotify – Ancient Ritual Of The Season
  • Spotify – A Poem (Written in Moonlight) (Saturnus Tribute)

Official Videos:

  • “ Motus Temporis ”
  • “ Twisted Reality ”
  • “ Remembrance of Light ”

Hioderman ZArtan

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